“Esposende é um Município culturalmente rico, com muita gente a dedicar-se à investigação e a partilhar esse estudo com os demais, através da publicação de obras de profundo significado sociológico e histórico.” Assim sintetizou o presidente da Câmara Municipal de Esposende, Benjamim Pereira, a extensa edição de obras literárias que se
verifica no concelho. O autarca falava no lançamento do livro “Reviver Forjães”, da autoria de Gil de Azevedo Abreu, onde são expostos alguns dos factos históricos mais marcantes daquela vila esposendense.
De facto, ao longo da obra agora apresentada, encontram-se descrições vincadas pela “clareza discursiva, correção literária e fidelidade às fontes, coligindo dados documentais importantes para a história de Forjães, do concelho e da própria região”, como explanou a vereadora com os pelouros da Educação e Cultura, Angélica Cruz.
Gil de Azevedo Abreu reconheceu o trabalho aturado na recolha da informação que deu forma ao livro, nomeadamente aquela que concerne ao capítulo dedicado à emigração.
Na sua intervenção, fez questão de reclamar o reconhecimento coletivo a Maria Irene Vilaverde Alves de Faria do Valle, reclamando a atribuição do seu nome ao Centro Escolar de Forjães. O presidente da Câmara garantiu que, “se não houver entraves legais, será atribuído o nome” daquela forjanense que se destacou no ensino e na escrita.
A presidente da Associação Sócio Cultural, Artística e Recreativa de Forjães, Anunciação Laranjeira, e a secretária da Junta de Freguesia, Olga Dias, convergiram na atribuição de importância à obra, “pelo relevante contributo para a memória coletiva”.

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