O Município de Esposende vem, mais uma vez, repudiar os atos de vandalismo sobre os equipamentos e espaços públicos concelhios. Desta vez, os alvos da falta de civismo por parte de quem não respeita o que é público foram o Parque da Caravela, na Zona Ribeirinha, e o Parque Infantil do Bairro da Central, também em Esposende.

Apesar de os equipamentos de lazer e recreio estarem interditos, por força da situação de contingência vigente até 14 de outubro, tal não impediu o acesso a estes parques infantis e a concretização destas ações totalmente reprováveis. Com efeito, constata-se que houve intenção clara e deliberada de danificar os equipamentos, na medida em que foram arrancadas e partidas peças. Os estragos não decorrem, portanto, do uso por parte das crianças ou da degradação natural dos equipamentos.

Recorde-se que, ainda recentemente, foram detetados vários estragos na Ecovia do Litoral Norte, em Cepães, igualmente perpetrados intencionalmente.

Porque estas ações resultam em elevados prejuízos, o Município não pode deixar de lamentar e condenar estes sistemáticos atos de vandalismo que continuam a ocorrer em equipamentos públicos, lesando o património e o erário públicos. É tanto mais de lamentar quando a destruição tem como alvo equipamentos que são fruto de um significativo ou elevado esforço financeiro, sendo que a já difícil tarefa de gerir os bens públicos acaba, nestes casos, por se revelar ainda mais complicada e ingrata.

Estas ações são, a todos os níveis censuráveis, e devem ser denunciadas às autoridades competentes. Neste sentido, e porque está em causa a defesa e a salvaguarda do bem público, o Município apela, uma vez mais, a todos os munícipes que colaborem na preservação deste património, comunicando os atos de vandalismo e de desrespeito que eventualmente presenciem.

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