CISL registou 7.521 visitantes, oriundos de dezenas de concelhos portugueses e de 25 países. A programação de verão envolveu cerca de 900 crianças e jovens.
O Centro Interpretativo de S. Lourenço (CISL) recebeu 7.521 visitantes entre janeiro e julho de 2026, confirmando a procura pelo património arqueológico e cultural de Esposende. Do total, 6.312 visitantes eram portugueses e 1.209 estrangeiros, provenientes de 25 países.
O espaço recebeu público de várias regiões do país, refletindo o interesse e a capacidade de atração do espaço a nível nacional. A presença internacional foi igualmente significativa, com visitantes provenientes de países como Espanha, França, Brasil, Estados Unidos da América, Alemanha, Itália, Japão, Suíça e Austrália.
Programação aproximou os mais jovens do património
A atividade do CISL não se resumiu às visitas. O programa «Verão no CISL’26» envolveu mais de 900 crianças e jovens em propostas educativas, culturais e lúdicas realizadas no Castro de S. Lourenço e no Centro Interpretativo.
Entre as iniciativas estiveram os jogos «Ludi Gallaeci», a «Oficina de Olaria», «Vamos ao Theatrum!», «Monotipias Espelhadas» e «História de um bravo castrejo!». A programação chegou também a Apúlia, com uma sessão de teatro de marionetas e a oficina «Casas Castrejas», reforçando a descentralização da programação e a aproximação do património às comunidades e aos públicos mais jovens.
O Forte de S. João Baptista integrou igualmente esta dinâmica, acolhendo iniciativas dedicadas à arqueologia e à história do lugar. No âmbito do «Águas Vivas Fórum-Fest», a conversa «O que o Mar Revela — Arqueologia na Costa de Esposende» reuniu cerca de cinco dezenas de participantes, tendo sido promovida também uma visita comentada sobre a história do forte enquanto espaço militar.
Contou ainda com a visita comentada «Forte de S. João Baptista: História e Memória de um Lugar Militar», permitindo aos participantes conhecer e aprofundar a história deste importante espaço patrimonial.
Os dados registados em 2026 traduzem uma procura que combina turismo cultural, participação local e atividades dirigidas às novas gerações, reforçando o papel destes espaços na divulgação e valorização do património de Esposende.

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