Atendendo às condições ambientais extremas ocorridas no dia 28 de janeiro e nos dias subsequentes e considerando a continuidade das condições adversas, foi
decidida através do Despacho no 1532-E/2026, a Declaração da Situação de Contingência entre as 00h00 de 5 de fevereiro de 2026 e as 23h59 de 15 de fevereiro
de 2026, para um conjunto de concelhos do território nacional, em razão do risco elevado de ocorrências de cheias e inundações.

Para o distrito de Braga, foi declarada Situação de Contingência para os concelhos de Barcelos, Braga, Vila Nova de Famalicão e Vila Verde.

Face à Declaração de Situação de Contingência no referidos conceitos, e agradece a necessidade de alcançar a coordenação, a direção, o controle e o
comando operacional de toda a situação no distrito e dando cumprimento aos critérios de ativação do Plano Distrital de Emergência de Proteção Civil de Braga, foi
deliberado, em reunião extraordinária da Comissão Distrital de Proteção Civil de Braga (CDPC), realizada dia 07 de fevereiro de 2026, a ativação do Plano Distrital de Emergência de Proteção Civil de Braga.

EFEITOS EXPECTÁVEIS

A situação meteorológica atual e baseada nas variações pode originar: ▪ A ocorrência de inundações em zonas urbanas, causada por acumulação de
águas pluviais por intervenção dos sistemas de escoamento;
▪ A ocorrência de cheias, potencializadas pelo transbordo do leito de cursos de água e ribeiras;
▪ A instabilidade de vertentes, conduzindo a movimentos de massa (deslizamentos, derrocadas e outros) motivados pela infiltração da água,
podendo ser potencializados pela ausência do coberto vegetal;

AVISO À POPULAÇÃO
Comando Sub-Regional de Emergência e Proteção Civil do Ave
Comando Sub-Regional de Emergência e Proteção Civil do Cávado
Comando Sub-Regional de Emergência e Proteção Civil do Tâmega e Sousa

▪ O arrastamento para as vias rodoviárias de objetos soltos, ou o desprendimento de estruturas móveis ou deficientemente inseridas;
▪ Piso rodoviário escorregadio e formação de lençóis de água;
▪ É espectável que nos próximos dias, os caudais dos rios e seus afluentes se mantenham elevados e com tendência de subida.

MEDIDAS PREVENTIVAS

O eventual impacto destes efeitos pode ser minimizado, sobretudo através da implementação de comportamentos adequados, pelo que, e em particular nas zonas
historicamente mais vulneráveis, recomenda-se a adoção das principais medidas preventivas para estas situações, nomeadamente:
▪ Garanta a desobstrução dos sistemas de escoamento das águas pluviais e retirada de inertes e outros objetos que possam ser arrastados ou criem
obstáculos ao livre escoamento das águas;
▪ Evite qualquer tipo de atividade próxima de linhas de água, em especial em zonas com histórico de inundações;
▪ Evite o estacionamento de veículos em zonas historicamente inundáveis;
▪ Não atravesse zonas inundadas, de modo a prevenir o arrastamento de pessoas ou veículos para buracos no pavimento ou caixas de esgoto abertas;
▪ Retirar das zonas normalmente inundáveis ​​animais, equipamentos, veículos e/ou outros bens para locais seguros;
▪ Restringir ao máximo possível a circulação de veículos e pessoas apeadas em áreas potencialmente afetadas por cheias;
▪ Garantir uma fixação adequada de estruturas soltas que possam ser arrastadas pela água (andaimes, cartazes, estruturas suspensas);
▪ Tenha especial cuidado na circulação e permanência junto a áreas arborizadas próximas de linhas de água, devido ao risco de queda de ramos
e/ou árvores arrastados pelas águas;

AVISO À POPULAÇÃO
Comando Sub-Regional de Emergência e Proteção Civil do Ave
Comando Sub-Regional de Emergência e Proteção Civil do Cávado
Comando Sub-Regional de Emergência e Proteção Civil do Tâmega e Sousa

▪ Recomenda-se atenção especial e adaptação da condução às condições ambientais nos momentos de deslocamento, com especial destaque aos veículos de transporte coletivo e escolar;
▪ Sensibilizar os centros escolares, ao possível desfasamento dos seus horários e entrada e saída de alunos, de forma a reduzir fluxos mais concentrados de
tráfego;
▪ Mantenha-se informado através dos Órgãos de Comunicação Social ou dos Agentes de Proteção Civil, seguindo as recomendações e desenvolvendo as
ações necessárias para a sua proteção.

Para mais informações, consulte os sites na internet:
▪ ANEPC – Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil
(www.prociv.gov.pt)
▪ IPMA – Instituto Português do Mar e Atmosfera
(https://www.ipma.pt/pt/index.html)
▪ Agência Portuguesa do Ambiente APA
(https://apambiente.pt/)

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